Nasr lidera “ensaio” de classificação das 24 Horas de Daytona. Alonso fica em 12º

Sessão de três dias de testes realizada neste fim de semana, nos EUA, não define grid da prova de longa duração, mas estabelece as posições dos boxes e garagens

Por GloboEsporte.com, Daytona, Flórida

alonso

A classificação e a largada das 24 Horas de Daytona só serão realizadas entre os dias 25 e 27 de janeiro. Mas neste fim de semana já deu para ter uma ideia da performance dos pilotos e carros na pista com a sessão de três dias de testes (Roar), que abre a temporada da IMSA, o campeonato de longa duração americano, na Flórida.

O “Roar” (ou rugido, em tradução livre) abre o ano da categoria e serve como um “ensaio” para a classificação das 24 Horas. Ainda que os testes não definam o grid da corrida, serve para estabelecer a posição dos boxes e garagens dos times. E nessa primeira disputa no Daytona Speedway, deu Brasil no topo, com Felipe Nasr (Whelen Engineering Racing) anotando o melhor tempo para o quarteto que divide o Cadillac DPi: 1m35s806.

O piloto da Fórmula 1, Fernando Alonso (United Autosports), que está usando a prova como laboratório para as 24 Horas de Le Mans, anotou o 12º melhor tempo da sessão, sendo o mais veloz do trio que divide a Ligier JSP217, com 1m37s515. Após terminar fora do top10, o espanhol admitiu que ainda precisa melhorar o ritmo.

– Ainda temos algumas mudanças para serem feitas. O mesmo acontece com a performance do carro. Óbvio que ainda estamos nos primeiros dias, ainda estamos testando, mas precisamos melhorar o ritmo e sermos mais competitivos quando voltarmos aqui para a corrida.

Alonso reconhece que a maior surpresa nas sessões de treino, que variaram de 45 minutos a duas horas, é o pouco tempo que o piloto passa guiando o carro.

– Foi um bom fim de semana de trabalho com os companheiros, com o time, ao entrar nesse espírito de dividir tudo e ter de se adaptar ao que é melhor para os três pilotos. Essa foi a prioridade do fim de semana e foi o que conseguimos conquistar. Isso foi positivo. A maior surpresa foi o pouco tempo que se passa guiando. As sessões não são longas e você divide o carro. Por isso, acaba perdendo tempo na mudança de piloto, na mudança dos ajustes e acaba dando poucas voltas. Mas eu acho que é parte do jogo – afirma o piloto da McLaren.
<

Copyright © Tribuna1.com - Todos os direitos reservados. Não nos responsabilizamos pelo conteúdo de sites externos.